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22 maio 2013

André Comte-Sponville


“Amar é poder desfrutar de regozijar-se de algo ou de alguém. É portanto também poder sofrer, já que prazer e alegria dependem aqui, por definição de um objeto exterior, que pode estar presente ou ausente, dar-se ou recusar-se.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

20 maio 2013

André Comte-Sponville


“Nunca se ama demais. Ama-se mal e mesquinhamente.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

17 maio 2013

André Comte-Sponville


“O amor não é o contrário do egoísmo, é seu efeito, sua foz, como um rio que se lança no mar.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

16 maio 2013

André Comte-Sponville


“Te amo: te quero. Como este amor seria feliz? É preciso amar o que não temos, e sofrer com esta falta, ou ter o que não falta mais (já que o temos) e por isso amamos cada vez menos (já que sabemos amar o que não falta. Sofrimento da paixão, tédio dos casais.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

13 maio 2013

André Comte-Sponville


“É o que significa o amor: que estamos fadados à instabilidade, à esperança e ao temos, ao gozo e à falta, enfim ao trágico e à insatisfação.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

12 maio 2013

André Comte-Sponville



“Se nada amássemos... nossa vida será mais tranqüila do que é. Mas é que também já estaríamos mortos.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

11 maio 2013

André Comte-Sponville


“O amor é uma potência – potência de gozar e regozijar-se – mas limitada.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

08 maio 2013

André Comte-Sponville


“É preciso, pois, que o amor não seja nada, já que introduz pelo menos em nossas relações, esta diferença: entre aqueles que nos são caros, como se diz, e aqueles que nada são para nós.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

06 maio 2013

André Comte-Sponville


“O amor seria antes uma doença, em todo caso um distúrbio.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

05 maio 2013

André Comte-Sponville


“A sexualidade tornou-se uma espécie de regra a qual não há como não se submeter. O amor seria antes uma exceção.”
(Café Philo – As grandes indagações filosóficas)

26 setembro 2011